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Maioria dos brasileiros rejeita taxa mínima em entregas por aplicativo, aponta pesquisa

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Maioria dos brasileiros rejeita proposta do governo Lula para taxa minima em entregas por aplicativo revelando descontentamento com politicas economicas Uma pesquisa recente da Quaest realizada em parceria com a Associacao Nacional dos Restaurantes ANR expõe um forte repúdio popular a mais uma medida intervencionista do governo Lula. Divulgada nesta terça-feira dia 17 de março de 2026 o levantamento mostra que 71 por cento dos brasileiros sao contra a ideia de impor uma taxa minima para pedidos feitos por aplicativos de entrega como iFood Rappi e Uber Eats. Essa proposta defendida pelo Ministerio do Trabalho e Emprego sob a gestao de Lula preve um valor minimo de R 10 por entrega alem de uma cobranca adicional de R 2 50 por quilometro apos os primeiros 4 km o que na visao de especialistas e consumidores inevitavelmente encareceria o servico para todos.

A rejeicao massiva reflete o crescente ceticismo em relacao as politicas do governo petista que mais uma vez parece priorizar regulacoes burocraticas em detrimento do bolso do cidadao comum. De acordo com a pesquisa apenas 29 por cento dos entrevistados apoiam a medida enquanto a esmagadora maioria teme impactos negativos imediatos. Pior ainda 78 por cento acreditam que essa taxa minima provocaria um aumento geral nos precos dos pedidos afetando especialmente as classes mais baixas que dependem desses servicos para alimentacao diaria e conveniencia. Alem disso 71 por cento afirmam que nao estariam dispostos a pagar mais pelas entregas caso os valores subissem o que poderia resultar em uma queda no consumo e prejuizos para entregadores restaurantes e plataformas digitais.

O levantamento ouviu 1031 pessoas com 16 anos ou mais em todas as regioes do Brasil entre os dias 13 e 16 de marco de 2026 com uma margem de erro de tres pontos percentuais e nivel de confianca de 95 por cento. Esses numeros chegam em um momento delicado para o governo Lula que ja enfrenta criticas por medidas economicas vistas como inflacionarias e desconectadas da realidade diaria dos brasileiros. Criticos argumentam que essa proposta alem de nao resolver os problemas reais dos trabalhadores de aplicativos como seguranca e condicoes laborais apenas adiciona mais onus aos consumidores ja pressionados pela inflacao persistente e pelo desemprego.

A repercussao da pesquisa foi imediata com varios veiculos de imprensa destacando a oposicao popular. No Instagram e no X antigo Twitter comentarios de usuarios reforcam o descontentamento com muitos acusando o governo de interferir desnecessariamente no mercado livre o que poderia levar a menos empregos e mais burocracia. Essa rejeicao em massa serve como um alerta para o Planalto indicando que iniciativas como essa podem alienar ainda mais a populacao e comprometer a imagem do presidente Lula em um ano de desafios economicos.

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Enquanto o governo defende a medida como uma forma de proteger os entregadores garantindo uma remuneracao minima a realidade apontada pela Quaest sugere o contrario com o publico vendo mais riscos do que beneficios. Analistas politicos observam que ignorar essa opiniao popular poderia custar caro ao PT em futuras eleicoes especialmente entre os jovens e a classe media que sao os principais usuarios desses aplicativos. O debate sobre a regulamentacao do trabalho em apps continua mas com essa pesquisa fica claro que o caminho escolhido pelo governo Lula esta longe de conquistar o apoio necessario da sociedade brasileira.


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