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Ministro do STF podem ter sido gravados por Toffoli em reunião sobre o Banco Master

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Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) estão discutindo internamente a possibilidade de que a reunião reservada realizada em 12 de fevereiro tenha sido gravada sem o conhecimento dos participantes. A suspeita ganhou força após a divulgação de trechos que supostamente registram as falas dos ministros, com detalhes do encontro, em uma reportagem recente. O episódio gerou uma série de questionamentos dentro da Corte, especialmente sobre a origem das informações que vieram a público.

Vazamento de informações e investigação interna

De acordo com a coluna jornalística que trouxe à tona os detalhes da reunião, os ministros do STF teriam levado a questão até o presidente da Corte, ministro Dias Toffoli. Eles pediram explicações sobre a origem do conteúdo vazado, já que o encontro era considerado reservado. Toffoli, em resposta, negou ter feito qualquer registro do diálogo ou repassado informações a terceiros.

O ministro sugeriu, ainda, que, caso a gravação tenha realmente ocorrido, ela pode ter sido realizada por meio de recursos técnicos no ambiente da reunião.

O caso Banco Master e a redistribuição de relatoria

Este episódio ocorre no contexto do julgamento do caso Banco Master, que resultou na decisão do STF de redistribuir a relatoria do processo, mantendo a validade dos atos realizados até o momento. A medida, segundo nota oficial divulgada após a reunião, foi tomada em nome dos “altos interesses institucionais” da Corte, e o processo seguiu sem a abertura de uma arguição de suspeição.

A suspeita de gravação clandestina levanta questões sobre a privacidade e a segurança das reuniões internas do STF, além de gerar especulações sobre possíveis implicações políticas e jurídicas no caso em questão.

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