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“Não pode ser candidato”: Alckmin revela pânico com o crescimento de Flávio Bolsonaro nas pesquisas

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Incomodado com o avanço de Flávio Bolsonaro nas pesquisas eleitorais, o vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou que “quem defende ditadura não deveria ser candidato”.

A fala, proferida ao ser questionado sobre o crescimento do senador do PL, que já aparece tecnicamente empatado ou à frente de Lula em cenários de segundo turno segundo institutos como AtlasIntel e Datafolha, soa como tentativa de desqualificar um adversário por associação ideológica vaga, sem apresentar provas concretas de que o filho do ex-presidente pregue o fechamento do regime ou o fim das eleições.

O mesmo Alckmin que integra um governo que flerta com instrumentos de controle da narrativa, como tentativas de regulação da internet e decisões judiciais polêmicas contra opositores, agora se arvora em censor moral da vida pública, ignorando que, em uma democracia madura, cabe ao eleitor, e não a vice-presidentes ou ao Judiciário, decidir quem merece ou não concorrer.

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A declaração expõe o velho reflexo autoritário disfarçado de antifascismo: quando as urnas ameaçam sorrir para o lado errado, parte da esquerda recorre ao expediente de tornar inelegível por decreto o que não consegue derrotar no debate.


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