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Projeto sobre misoginia gera debate sobre combate à violência contra mulheres

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Enquanto a deputada trans Erika Hilton comemora nas redes sociais a aprovação no Senado do projeto que equipara a misoginia ao crime de racismo, ampliando o arsenal de leis que criminalizam opiniões e discursos desconfortáveis sob o pretexto de “proteger mulheres”, a mesma parlamentar votou contra propostas concretas de aumento de penas para agressores, estupradores e crimes hediondos, medidas que, de fato, colocariam mais criminosos atrás das grades e reduziriam a impunidade que vitimiza milhares de brasileiras todos os anos.

Em vez de endurecer o Código Penal contra quem pratica violência real, a esquerda identitária prefere fabricar novos “crimes de ódio” vagos e subjetivos, que servem mais para calar dissidentes, ativistas conservadores e qualquer crítica ao feminismo radical do que para impedir um único estupro ou feminicídio.

O resultado é previsível: mais censura, menos segurança e a perpetuação da sensação de que o problema da violência contra a mulher é “cultural” ou “discursivo”, e não a falência do sistema prisional e da justiça que deixa estupradores soltos em poucos anos.
Proteção de verdade começa com cadeia longa para quem agride, não com mordaça para quem pensa diferente.


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