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Deputada de Portugal diz que Lula levou o crime organizado para a Europa

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A deputada portuguesa Rita Matias, integrante do partido de direita radical Chega, afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva trouxe o crime organizado para a Europa. Segundo a parlamentar, a visita de Lula a Portugal em abril de 2023 representaria uma “importação de criminalidade”, uma declaração que reflete a postura crítica de sua legenda em relação ao governo brasileiro. Durante o debate, a deputada reforçou essa visão ao declarar que Portugal tem sido a porta de entrada para essa criminalidade graças a Lula, alegando que ele possui “várias ligações a estas redes de crime organizado”. Ela sustentou que tais conexões seriam provadas através do Fórum de São Paulo e de grupos criminosos que operam no país.

Além das questões de segurança, Matias acusou o presidente de insultar a soberania local ao descrever Portugal como o “país mais pequeno da União Europeia”, afirmando que “nunca fomos os mais pequenos em nada”. A parlamentar também criticou a postura geopolítica do líder brasileiro, afirmando que “ele está alinhado com a Rússia na crise ucraniana” e mantendo parcerias que enfraquecem as sanções europeias. Para a deputada, o objetivo central das manifestações foi garantir que Lula “tenha sempre a certeza que não é bem-vindo ao nosso país”.

Entretanto, é fundamental destacar que essas afirmações são baseadas em opiniões políticas do partido de oposição e não em investigações oficiais ou acusações formais do Estado português. Apesar de existirem estudos sobre a expansão de facções criminosas brasileiras no continente europeu, não há provas ou registros legais que vinculem o presidente Lula a esse fenômeno. Inclusive, a deputada Joana Mortágua rebateu as falas no mesmo debate, afirmando ser falso que existam ligações provadas de Lula com grupos criminosos e que o Fórum de São Paulo era apenas um grupo político. Durante sua estada oficial, o presidente participou de protocolos diplomáticos e cerimônias de boas-vindas com as principais lideranças de Portugal, sem que houvesse registros oficiais de insultos ao país ou ao seu povo. Especialistas alertam que a propagação dessas falas em formatos que simulam notícias de TV é uma estratégia comum para conferir falsa credibilidade a ataques políticos e disseminar desinformação.

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