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Filme Repetido: Petrobras assina R$ 9 bi com velhos amigos da Odebrecht e cai no radar de corrupção no peru

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O contrato de US$ 1,8 bilhão, cerca de R$ 9 bilhões, assinado pela Petrobras em outubro de 2025 com o consórcio formado por Tenenge, da Novonor, ex-Odebrecht, e EGTC Infra, controlada pelo empresário brasileiro Ricardo Pereira Neto, surge agora como peça incômoda no pedido do governo peruano à Justiça americana para acessar dados bancários no escândalo Rutas de Lima, o mesmo esquema de propinas, financiamento ilegal de campanhas e lavagem de dinheiro que já envergonhou o Brasil na Lava Jato.

Documentos revelam movimentações suspeitas de quase US$ 700 mil entre Pereira Neto, sua suposta entidade de fachada Pyrum e o ex-CEO da Odebrecht no Peru, Jorge Barata, justamente um mês antes da assinatura do contrato bilionário da Petrobras no Complexo Boaventura.
Enquanto a estatal posa de “nova Petrobras”, limpa e eficiente, ela volta a abraçar de braços abertos as mesmas empreiteiras e personagens do passado podre, agora comprovando, segundo os peruanos, a “continuidade da arquitetura de pagamentos da rede corrupta” mesmo depois de tudo ter virado escândalo público.

É o tipo de coincidência que fede: dinheiro girando rápido entre os velhos operadores da Odebrecht e um contrato multimilionário com a Petrobras logo em seguida.

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Em vez de auditoria rigorosa e distância cirúrgica, a empresa estatal entrega mais uma vez aos mesmos suspeitos de sempre, como se a Lava Jato tivesse sido apenas um sonho ruim e não o maior roubo sistemático da história brasileira.

O resultado é previsível: mais suspeitas internacionais, mais erosão de credibilidade e a impressão nauseante de que, no Brasil das empreiteiras intocáveis, o ciclo da corrupção não acaba, apenas se renova.


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