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Mascote Pilili do TSE surge em contrato de R$ 6 milhões por ano e levanta atenção sobre gastos

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A criação da mascote Pilili, apresentada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para marcar os 30 anos da urna eletrônica, trouxe à tona detalhes sobre o contrato publicitário mantido pela Corte. A personagem foi desenvolvida pela agência Octopus Comunicação, que possui um vínculo anual de R$ 6 milhões com o tribunal.

O contrato, em vigor desde 2022, prevê a prestação de serviços de publicidade e a execução de campanhas institucionais voltadas a diferentes públicos de interesse.

Mascote Pilili integra contrato milionário com o TSE

A agência responsável pela criação da personagem é sediada em Santo André (SP) e comandada pelo publicitário Paulo Cesar Ferrari. Com cerca de quatro décadas de atuação, a empresa também mantém operações em cidades como Foz do Iguaçu, Belo Horizonte e Brasília.

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Somente em 2026, o TSE já empenhou R$ 5,4 milhões s ao contrato com a agência, que inclui não apenas a mascote, mas também outras campanhas institucionais desenvolvidas para o órgão.

A personagem Pilili foi apresentada oficialmente na última segunda-feira (4), durante um evento promovido pelo tribunal.

Campanhas institucionais ampliam atuação da agência

De acordo com as informações contratuais, o acordo abrange a criação, planejamento e distribuição de ações publicitárias. A proposta é ampliar a comunicação institucional do TSE com a população.

Descrita como uma urna eletrônica com características humanizadas e estilo cartunesco, a mascote foi pensada para transmitir uma imagem neutra e acessível ao público.

A repercussão do lançamento ocorre em meio ao debate sobre investimentos em comunicação institucional e o uso de recursos públicos para campanhas de divulgação.

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