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Por que o grupo globo não revela quanto Vorcaro pagou no documentário de oliver stone sobre Luiz Inácio Lula da Silva?

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Nesta quarta-feira (13), informações divulgadas pela coluna de Lauro Jardim, no jornal O Globo, colocaram o banqueiro Daniel Vorcaro no centro de uma nova repercussão política e empresarial. Segundo fontes ligadas ao dono do Banco Master, ele participou do financiamento do documentário “Lula”, dirigido pelo cineasta Oliver Stone e lançado em 2024. A mesma publicação também cita investimentos feitos por Vorcaro no filme “963 dias”, ligado ao ex-presidente Michel Temer.

Até o momento, porém, não há qualquer valor oficialmente divulgado sobre os aportes realizados pelo banqueiro nas produções audiovisuais. A reportagem afirma apenas que Vorcaro “participou do financiamento” e “injetou recursos” nos projetos, sem apresentar cifras, contratos, percentuais ou detalhes sobre a estrutura financeira utilizada.

A ausência de números confirmados rapidamente gerou repercussão nas redes sociais e no meio político, especialmente porque os dois documentários envolvem personagens centrais da política brasileira recente. Ainda assim, não existem documentos públicos conhecidos detalhando o tamanho dos investimentos nem esclarecendo como os recursos teriam sido aplicados nas produções.

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Após a divulgação das informações, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), comandada por Sidônio Palmeira, negou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ou integrantes do governo federal tenham solicitado dinheiro para o documentário. A pasta afirmou que o projeto não contou com intermediação do Palácio do Planalto e rejeitou qualquer participação institucional do governo na captação de recursos.

Dirigido por Oliver Stone, o documentário “Lula” foi lançado em 2024 com foco na trajetória política do presidente brasileiro, abordando desde sua origem sindical até o retorno ao Palácio do Planalto após as eleições de 2022. O cineasta norte-americano já produziu obras sobre líderes políticos latino-americanos e é conhecido por trabalhos com forte conteúdo político.

Já “963 dias”, ao ex-presidente Michel Temer, retrata o período em que Temer assumiu a Presidência da República após o impeachment de Dilma Rousseff e os principais episódios políticos de sua gestão. O fato de Daniel Vorcaro ter sido associado aos dois projetos chamou atenção por envolver produções ligadas a figuras de campos políticos distintos.

Nos últimos meses, Vorcaro também passou a ocupar espaço frequente no noticiário nacional em meio às investigações envolvendo o Banco Master. Reportagens recentes apontaram que a Polícia Federal identificou mensagens atribuídas ao banqueiro discutindo ações de intimidação contra o jornalista Lauro Jardim. Segundo decisões judiciais divulgadas neste ano, investigadores afirmam que havia conversas sobre monitoramento e até um plano para simular um assalto contra o colunista.

As investigações fazem parte da Operação Compliance Zero, que apura suspeitas de crimes financeiros, lavagem de dinheiro e organização criminosa envolvendo pessoas ligadas ao banco. A defesa de Vorcaro nega irregularidades e afirma que o empresário não praticou crimes.
Enquanto isso, a discussão sobre o financiamento dos documentários permanece sem esclarecimentos públicos sobre valores ou contratos s aos investimentos mencionados pelas fontes ouvidas pela coluna de O Globo.

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