Nossas redes sociais

Nacional

Presidente do PT sai em defesa de Marcola: “Uma pessoa honesta”

Publicou

em



Clique e receba notícias do Poder Nacional em seu WhatsApp:

Entrar no grupo

O presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), Edinho Silva, saiu em defesa de Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, ex-assessor do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A PF deu início a uma investigação sobre ele ter recebido repasses de uma lobista amiga de Lulinha. Ele confirmou o recebimento dos valores, mas disse se tratar de um empréstimo.

Edinho afirmou que Marcola é de total confiança dele e que entende sua saída da campanha, em meio à investigação da Polícia Federal.

— Queria reforçar a nossa confiança no Marcola. Eu o conheço há décadas, foi meu assessor, uma pessoa por quem tenho muito respeito, uma pessoa honesta. Eu nunca vi um desonesto pedir dinheiro emprestado, nunca vi alguém que se aproprie de dinheiro público pedir dinheiro emprestado. Pede dinheiro emprestado quem vive da sua renda, do seu salário — afirmou em entrevista à CNN.

Publicidade

O mandatário do PT e um dos coordenadores da campanha de Lula à reeleição afirmou que Marcola passou por dificuldades financeiras e precisou pedir um empréstimo, não configurando nenhuma ilegalidade na transação.

— O Marcola passou por dificuldades como quantas pessoas no Brasil não passam e pedem dinheiro emprestado. Então eu tenho certeza de que ele vai organizar a sua defesa, ele vai organizar as condições para que ele prove a sua honestidade, para que ele prove a sua integridade. E não tenho nenhuma dúvida de que ele sairá mais forte desse processo todo — defendeu Edinho.

Em nota divulgada pelo Partido dos Trabalhadores (PT), o auxiliar, que é próximo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), negou qualquer irregularidade durante o período em que esteve no Governo Federal.

— Recebi com surpresa a matéria que trata um empréstimo pessoal contraído e já quitado como algo ilegal. Nunca tive nenhuma relação que caracterize qualquer ilegalidade no exercício de minha função — declarou.

A revelação dos repasses coincide com o seu desligamento do cargo no Palácio do Planalto, ocorrido no dia 21 de julho. Embora a versão oficial indique que a saída teve como objetivo sua incorporação à equipe da campanha de reeleição, bastidores políticos apontam que o afastamento foi uma medida para mitigar impactos e proteger o núcleo do Executivo diante da descoberta das transações.

Publicidade

Continue lendo
Clique para comentar

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

MAIS LIDAS