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Zema publica novo vídeo com fantoches de Gilmar e Moraes

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O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência pelo Novo, Romeu Zema, publicou neste sábado, 25, um novo vídeo nas redes sociais da série “Os Intocáveis”, que satiriza ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

O vídeo ironiza o procedimento, descrito como um “inquérito aberto há sete anos, onde você coloca tudo o que não te agrada, te irrita, ou te contraria emocionalmente”.

O vídeo faz referência a uma notícia-crime apresentada por Gilmar Mendes ao próprio STF, na qual ele pediu a inclusão de Zema no inquérito das fake news. O caso foi encaminhado à Procuradoria-Geral da República, que dará parecer sobre o pedido. A PGR é comandada por Paulo Gonet, ex-sócio de Gilmar no IDP.

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Em outro trecho, o personagem associado a Moraes aparece sobre pilhas de exemplares da revista Crusoé, que foi censurada em 2019. O boneco afirma: “É só não chamar de censura, é fake news”.

A série “Os Intocáveis” tem sido usada por Zema para criticar decisões do Supremo.

O decano do STF, como temos mostrado, não gostou dos vídeos da série.

No segundo episódio, o boneco alusivo a Dias Toffoli pede ajuda do boneco alusivo a Gilmar após a CPI do Crime Organizado quebrar o sigilo da Maridt, da qual Toffoli é sócio.

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Inquérito eterno

Gilmar argumenta ainda na notícia-crime que a animação foi divulgada nas redes de Zema, “que conta com mais de 2,3 milhão de seguidores na plataforma Instagram e 570 mil na plataforma X, tendo sido republicado em diversos veículos de imprensa, atingindo, portanto, elevadíssimo número de visualizações”.

O inquérito das fake news está aberto desde 2019 e não tem hora para acabar. O processo é sacado sempre que os ministro do STF sentem a necessidade de se defeder do que consideram ataques.

Gilmar cita boneco de Zema como homossexual

Gilmar Mendes reagiu às sátiras feitas por Zema. Em entrevista ao Metrópoles, o decano do STF criticou a animação satírica e comparou os efeitos dela a uma eventual sátira feita sobre Zema em que o representaria como “homossexual”.

“De fato nós rimos, achamos engraçados. Agora, se começamos a fazer piadas com coisas sérias, com as instituições… Imagine que nós comecemos a fazer bonecos do Zema como homossexual. Será que não é ofensivo? O se fizermos ele roubando dinheiro no estado, será que não é ofensivo? É é correto brincar com isso? Homens públicos podem fazer isso. Só essa questão. É só isso. É isso que precisa ser avaliado”, afirmou Gilmar.

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No dia seguinte, ele pediu desculpas por ter mencionado homossexualidade ao tentar justificar a tentativa de inclusão do ex-governador de Minas no inquérito das fake news.

“Há uma indústria de difamação e de acusações caluniosas contra o Supremo. Vou enfrentá-la. E não tenho receio de reconhecer um erro. Errei quando citei a homossexualidade ao me referir ao que seria uma acusação injuriosa contra o ex-governador Romeu Zema. Desculpo-me pelo erro. E reitero o que está certo”, disse o ministro em post em seu perfil no X na última quinta-feira, 23.

Com informações de O Antagonista.

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