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Lindbergh farias desmascarado: votou a favor da taxa das blusinhas e agora culpa só o congresso

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A polêmica envolvendo o deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) voltou ao centro do debate político após publicações feitas pelo parlamentar nas redes sociais sobre a chamada “taxa das blusinhas”, imposto de 20% aplicado sobre compras internacionais de até US$ 50. O petista atribuiu a responsabilidade da medida exclusivamente ao Congresso Nacional e a setores da oposição, mas registros da tramitação do projeto mostram que a proposta contou com apoio da base governista, incluindo o próprio PT.

A taxação foi incluída como “jabuti” no Projeto de Lei 914/2024, ligado ao Programa Mover, e acabou aprovada pela Câmara e pelo Senado antes de ser sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, sem veto ao trecho que criava a cobrança. Na votação final da Câmara, o texto recebeu ampla maioria, com apoio de partidos da base do governo.

Na época da discussão, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu publicamente a medida, afirmando que ela buscava proteger o comércio nacional e empresários brasileiros da concorrência internacional considerada desleal. O governo argumentava que a cobrança ajudaria a equilibrar a competição entre varejistas nacionais e plataformas estrangeiras.

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Como líder do PT na Câmara naquele período, Lindbergh Farias acompanhou o posicionamento da bancada governista favorável ao projeto. Não houve registro de atuação do parlamentar contra a inclusão da taxa no texto aprovado. Posteriormente, porém, o deputado passou a criticar a medida e afirmar que ela teria sido uma decisão do Congresso influenciada por lobby empresarial e por setores da oposição.

A mudança de discurso provocou reação nas redes sociais e motivou checagens de fatos feitas por usuários e páginas especializadas, que apontaram contradição entre a posição adotada durante a tramitação e as declarações mais recentes do parlamentar. Críticos afirmam que a narrativa atual desconsidera o apoio dado pela base governista, a defesa feita pelo Ministério da Fazenda e a sanção presidencial sem vetos.

O tema voltou a ganhar força no debate político após discussões sobre a revisão da cobrança e medidas do governo para reduzir o impacto da taxação sobre consumidores que utilizam plataformas internacionais de compras.


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