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Moraes proíbe contato de Flávio com Willer Tomaz

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinou a apreensão dos passaportes do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Ele também proibiu o parlamentar de se comunicar com o advogado Willer Tomaz.

Flávio e Tomaz são investigados em um inquérito que apura a possibilidade de lavagem de dinheiro através de plataformas de apostas. O senador nega irregularidades.

Segundo Flávio, a decisão de Moraes sobre o passaporte foi tomada com base em uma declaração do seu irmão, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), de que o senador deixaria o país caso perdesse as eleições para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). As informações são do Poder360.

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Em um vídeo publicado no Instagram, Flávio disse que foi intimado pela Polícia Federal quando foi visitar o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

— Hoje de manhã eu fui visitar o meu pai, como vocês sabem, ele está em prisão domiciliar. E quando eu estava saindo, a Polícia Federal do Lula estava na porta da casa dele e no meio da rua eu fui intimado a entregar os meus passaportes e também estou proibido de deixar o país. A decisão do Alexandre de Moraes se baseou numa fala do Eduardo de 23 de outubro de que eu deveria deixar o país se eu perdesse a eleição — afirmou.

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