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Estudo de 2026 aponta maior incidência de transtornos mentais entre pessoas identificadas com a esquerda política.

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Nos últimos anos, diversos estudos acadêmicos e grandes levantamentos de opinião pública têm apontado uma correlação consistente entre posicionamentos políticos mais à esquerda/liberais e maiores índices relatados de problemas de saúde mental, como ansiedade, depressão, TDAH e menor satisfação com a vida. Pesquisas baseadas em bancos de dados amplos, como o General Social Survey (GSS), Pew Research Center, Cooperative Election Study e Monitoring the Future, mostram que pessoas que se identificam como “extremamente liberais” costumam relatar taxas significativamente mais altas de sofrimento psicológico em comparação com moderados e conservadores. Um dos trabalhos mais citados, conduzido por Emil Kirkegaard, encontrou diferenças persistentes desde os anos 1970, enquanto estudos mais recentes indicam que o fenômeno se tornou especialmente forte entre mulheres jovens progressistas após a explosão das redes sociais na década de 2010.

Especialistas apontam várias hipóteses para explicar essa associação. Uma das principais envolve traços de personalidade: indivíduos liberais tendem a pontuar mais alto em neuroticismo, característica ligada à sensibilidade emocional, preocupação excessiva e ruminação mental, fatores fortemente associados à ansiedade e depressão. Outros pesquisadores destacam que visões de mundo focadas em desigualdade, injustiça social, crise climática e conflitos estruturais podem aumentar sentimentos de estresse crônico e impotência. Em contraste, conservadores tendem a apresentar níveis mais altos de estabilidade emocional, religiosidade e integração comunitária, elementos frequentemente s a maior proteção psicológica e sensação de propósito.

Apesar disso, pesquisadores alertam que correlação não significa causalidade. Não há evidência científica conclusiva de que “ser de esquerda” cause transtornos mentais diretamente. Também existem argumentos de que liberais têm menos estigma em relação à terapia e ao diagnóstico psiquiátrico, o que pode aumentar os índices de autorrelato. Ainda assim, muitos estudos afirmam que a diferença permanece mesmo quando são analisados sintomas objetivos, tendências temporais e variáveis como renda, idade, sexo e escolaridade. O consenso atual é que o fenômeno é real e replicado em vários estudos ocidentais, embora as causas exatas continuem sendo debatidas entre fatores culturais, psicológicos, sociais e políticos.

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